Barack Hussein Obama, Jr
"Não esperava me encontrar nesta posição há um ano", afirmou em mensagem de vídeo incluída no seu site.
Eles se mudaram para a terra natal dele, a Indonésia, arrastando Obama, na época com seis anos, para uma terra de iguarias como carne de cobra e gafanhoto, onde ele tinha um macaco de estimação chamado Tata e onde havia a realidade dura da pobreza e das doenças do terceiro mundo.
Após quatro anos, Obama voltou ao Havaí, primeiro morando com sua mãe, depois com seus avós maternos, todos vindos do Kansas.
No Havaí, Obama era típico. E atípico. Ele era aluno com bolsa de estudos na prestigiosa Punahou School, uma academia privada onde ele era “inteligente, mas não excessivamente intelectual”, diz sua meia-irmã. Ele era extrovertido, ria com facilidade e não se importava de se exibir. Obama -então conhecido como Barry - tinha algo de rebelde. Um amigo se lembra de que ambos foram suspensos na sétima série por jogar e fazer apostas na escola.
O garoto gorducho que colecionava revistas em quadrinhos do Homem-aranha e de Conan, o Bárbaro cresceu e se tornou um adolescente que ouvia o saxofonista de jazz Grover Washington e Earth, Wind and Fire e que dirigia o velho Ford Granada do avô, jogava golfe, pôquer, cantava no coral e se juntou ao Ka Wai Ola, o jornal literário da escola.

(Pai)
Obama também amava jogar basquete e por isso foi chamado de “Barry O´Bomber”. Ele gostava de fazer uma jogada especial com a mão esquerda. Durante seu último ano, o time da escola ganhou o campeonato estadual. Obama era um competidor feroz e um amigo sensível. Seu amigo, Mike Ramos, diz que perdeu várias cestas durantes os jogos de improviso, “Obama era o cara que dizia: ‘Continue jogando, não se preocupe. Ela vai entrar’.”
Obama entrou em Harvard mais velho do que muitos de seus colegas de classe, mergulhando numa espécie de incubadora da elite norte-americana -futuros juízes da Suprema Corte, líderes da Fortune 500, senadores dos EUA e presidentes.
Ex-colegas de classe e professores se lembram dele como um intelecto com capacidade de julgamento amadurecida, um conciliador que era capaz de ver ambos os lados de uma questão. “Ele não era alguém que você simplesmente queria ler as anotações dele ou ouvir sua voz”, diz Charles Ogletree, professor de direito em Harvard que foi mentor de Obama e de outros estudantes negros. “Você queria ouvi-lo pensando. Havia algo de especial nele.”
A escola de direito tinha muita gente de destaque tentar superar a concorrência, mas esse não era o estilo de Obama, diz Laurence Tribe, um professor que o contratou como assistente de pesquisa. “Ele não era só focado em créditos ou resultados”, diz Tribe. “Ele com freqüência dava crédito a outros para quem ele havia feito o trabalho”.
Tribe afirma que Obama era capaz de lidar com pessoas muito inteligentes “de maneira que não as irritava, ele aprendeu a se mover nesses círculos. Causou pouca agitação e conseguiu fazer as coisas”.
(Com o Padrasto, a mãe e a meia-irmã)
Obama teve dois momentos cruciais em Harvard. Um foi durante o primeiro verão em que ele trabalhou numa grande firma de advocacia em Chicago e conheceu outra aluna que havia se formado em Direito em Harvard, Michelle Robinson, que se tornaria sua esposa e a mãe de suas duas filhas, Malia e Sasha.
Outro foi um triunfo pessoal: Obama chegou às manchetes quando foi eleito o primeiro presidente negro do Harvard Law Review, talvez a mais prestigiada publicação jurídica do país. “Para nós, foi realmente uma grande comemoração, um verdadeiro marco”, diz Earl Martin Phalen, um colega de classe negro. “Mas aquilo não teve o mesmo significado para ele...”
Ele não assumiu uma atitude de bater no peito de orgulho, algo como "olhe pra mim, sou o primeiro". Ele estava ciente do significado histórico, mas compreendia que havia responsabilidade.
Com a graduação, Obama se tornou valioso para o mercado. Ofertas de altos cargos apareciam para ele.
Ele escolheu outra direção. De volta a Chicago, Obama se juntou a uma pequena firma de direitos civis, criou uma campanha e deu aula de direito constitucional na Faculdade de Direito da Universidade de Chicago. Em 1996, ele foi eleito para o cargo no Parlamento estadual representando Hyde Park -a região em South Side que inclui a universidade e alguns bairros bastante pobres.
Obama mais tarde escreveria que ele entende política como um “esporte de contato direto e não se importava nem com as cotoveladas nem com os golpes que às vezes recebia vindos de seu ponto cego.”
Em 2004 foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois.
Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, o qual tem duração até 2011.
O que tem tornado sua candidatura diferente, não é o fato de ser negro, mas sim, suas posições polêmicas, para padrões americanos, que defende:
reafirmou em discurso, a sua intenção de iniciar a retirada militar do Iraque e de fechar a base militar de Guantánamo, em Cuba, se ganhar as eleições de novembro de 2008.
Num fórum sobre política externa em Portsmouth (New Hampshire), o senador também expressou sua intenção de aplicar uma política de aproximação diplomática com governantes de países hoje considerados adversários dos Estados Unidos.
Em discursos anteriores, Obama, disse que está disposto a se reunir sem pré-condições, com qualquer líder estrangeiro, com governantes de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte e Irã, países abertamente antagônicos à política externa americana.
Sobre o Iraque, o senador do estado de Illinois criticou "uma equivocada guerra que nunca deveria ter sido autorizada". Ele prometeu que, se eleito, iniciará a retirada das tropas americanas a partir de março de 2008.
Já declarou-se a favor do Software livre, reconhecendo a verdadeira importância dos padrões abertos".
Aborto - É a favor do direito ao aborto
Casamento gay - Deixaria cada estado decidir. É contra a emenda constitucional para banir o casamento gay.
Aquecimento global - Defende a redução das emissões carbono em 80% até 2050, com limites obrigatórios
Controle de armas - Votou por deixar fabricantes e negociantes de armas vulneráveis a processos. Apóia restrições mais rígidas
Saúde pública - Defende cobertura total para crianças e que empregados ajudem a pagar os seguros
Pesquisa com células-tronco - Apóia a diminuição de restrições no financiamento federal de células-tronco embrionárias
Impostos - Defende US$ 80 bilhões em descontos para trabalhadores de baixa renda e idosos
"Nossa capacidade de liderança vem sendo reduzida por nossas próprias bravatas e pela recusa a falar com países que não são de nosso agrado", criticou.
Enquanto nos últimos anos, Clinton votou duas vezes para renovar o financiamento da TV Martí, a rede americana de transmissão de propaganda para os cubanos. Obama, já no Senado, votou em ambas ocasiões contra o financiamento à TV Martí.
Em questão ao desarmamento, diz Idelber, do Biscoito Fino e a Massa: “...os históricos de votação também são bem diferentes. No dia 06 de setembro de 2006, votou-se no Senado a emenda Feinstein, que proibia os EUA de exportar bombas de dispersão (cluster bombs) a não ser que a compra incluísse a proibição de seu uso e estocagem em áreas habitadas por civis. A emenda foi derrotada por 70 x 30. Obama votou a favor.
Clinton foi uma de 15 democratas que votaram com os Republicanos para derrotá-la. No dia 26 de setembro deste ano, Clinton também votou com os Republicanos na aprovação da medida Lieberman-Kyl, que designava as forças armadas do Irã como uma organização terrorista”...
Como disse no início desta postagem, há que se ver tudo isso com muita cautela e ceticismo, mas para quem, como nós, latino-americanos, nunca tivemos nenhuma esperança nas eleições do “Grande irmão”...
(agradeço ao idelber dohttp://www.idelberavelar.com/pelas dicas, Ao Pedro Ayres, do http://pedroayres.blogspot.com/http://pt.wikipedia.org/, http://my.barackobama.com/)
Marcadores: Barack, eleições, Grande irmão, Hussein, Obama







42 Comments:
Olá doutor!
Os EUA não são governados por presidentes mas sim por interesses do grande capital.Mesmo assim gosto de Obama, espero que ele possa ganhar as eleições e fazer alguma coisa pelo seu país.
Ah! e já agora se ele ganhar não o matem por ser negro.
Um abraço
Mariazinha!
A esperança é que algumas mudanças em relação a política externa, principalmente, sejam reestruturados. Tens razão quanto ao grande capital e é ele que financia as milionárias campanhas...
Beijos.
Você usou o melhor termo: “Grande irmão”.
Mas há de se esperar tudo, vindo de lá.
E uma coisa que estava pensando: Em muitos filmes, o presidente americano é representado como negro, mas na prática...
;)
Paulo, trate-me por Jorge, se não se importa.
Bem completa esta abordagem ao candidato a candidato à Presidência dos EE.UU.
Para já nada se sabe e tenho algum receio de que Mrs. Clinton consiga chorar mais umas vezes artisticamente, coisa que Madame Royal, muito impreparada nessas lides de bastidores e de acessorias de imagem, não soube fazer e lhe terá custado muito provavelmente a derrota para um "pateta" vaidoso que desce semana a semana nos índices de popularidade em França.
Depois de ler esta resenha da vida e obra de Obama, e juntando-a a outras leituras que eu próprio tenho efectuado, mais me convenço de que este é o único candidato de alguma esperança para uma alteração da política tanto interna como externa dos States.
Pelas razões aqui expostas e pelas promessas do candidato.
Contudo, há que avisadamente não acreditar assim às primeiras em tudo o que se ouve a um candidato.
O que anuncia é positivo, sem a menor dúvida.
Do lado republicano, contudo, há uma figura de "herói nacional" a ter em conta, já que os meios mais nacionalistas e conservadores norte-americanos adoram esse tipo de figuras.
Como sempre, será o cidadão anónimo e normalmente pouco envolvido e indeciso até à recta final que decidirá da atribuição da presidência.
Não creio que as intenções dos candidatos mno que respeita à política externa venham a ter um peso maioritário na eleição.
O cidadão americano comum é tradicionalmente bastante ignorante quanto ao mundo, que para ele se resume quase aos seus Estados Unidos (vejam-se as perguntas de rua nas TVs sobre figuras internacionais ou países e concluir-se-á certamente pela bondade do que afirmei).
É esta a visão que tenho no momento.
Parabéns pelo seu trabalho e receba aquele abraço.
Jorge - O Sino da Aldeia
Lívia!
O "Grande Irmão do Norte" é uma forma ironica de nos referirmo-nos aos EEUU.
Beijo.
Jorge!
Corretíssimo. Para os EEUU existem eles e o resto do mundo.
Abraços.
Viva!
Amigo, que as nossas esperanças se realizem!
Ah, obrigada por informação tão completa!
Feliz semana!
Oi Paulo,
fizestes uma pesquisa e tanto.
Do nosso lado, estaremos envolvidos com as eleições municipais, ainda neste ano.
Para mim, sempre tempo de reflexão. Tanto aqui, como lá, penso que precisamos de oxigenação.
Um abraço
Jacinta
Paulo, você dava um excelente assessor.
Gostei de ler. Trabalho escorreito e bem feito.
Preferia a Hillary, mas acho que Obama já ganhou nos Democratas.
São!
Tomara.
Beijos.
Jacinta!
Muita oxigenação...
beijo.
Quintarantino!
Ainda estamos na fase do acho...
Abraços.
gracias por tus palabras y por tu visita. tu opinión es importante para mi. Un abrazo sincero.
Sou por Obama, não abro e tenho dito. Se a senhora Hillary (que não é contra nem a favor de nada, muito pelo contrário) perder a primária do Texas, it's over.
Ignácio!
Venha sempre! A casa é sua.
Abraço.
Daniel!
Digamos, então, que nossas esperanças são texanas!
Abraço.
Adicionei você,Uai!!!
Bjos
Da-lhe Obama!! Espero que estas mudanças que todo mundo espera realmente aconteçam...
Será um enorme passo não só nos EUA, mas também para nós, que bem ou mal somos influênciados pelos norte-americanos.
excelente post.
também eu estou mais com Obama do que com a Senhora Senadora.
Será possivelmente nomeado candidato, acredito que será o futuro presidente.
Caro Paulo,
Gostei imenso desta sua análise sobre a candidatura presidencial de Obama. Parece, sem dúvida, constituir uma alternativa credível ao já longo imperialismo americano. Seria importante que Obama conseguisse separar o Político dos interesses privados, numa América onde estão entrelaçados. Seria também uma grande vitória para a América Latina socialista.
Um abraço anarquista
Olá, td bem???
Achei seu blog no blogblogs e achei muito interessante a sua descrição. Resolvi entrar e vi que ñ estava errada.Parabéns!! Seu blog ta muito legal e trata de assuntos bem interessantes também..Bjos
Estimado e brilhante Amigo Vilmar:
Li de uma ponta à outra a narração exaustiva e a pesquisa grandiosa que efectuou sobre as eleições nos E.U.A.
Fiquei convicto e deslumbrado sobre a maravilhosa personalidade e o historial da vida do candidato Obama. Constato que são admiráveis.
Fiquei surpreendido pelas suas capacidades e qualidades pessoais, humanas e sociais. Simplesmente fantásticas num Ser Humano de cor que tudo abrange e vivifica com preciosismo apaixonante e, que reune as condições essenciais, para ser Presidente daquele país e do sonho que as suas pessoas desejam.
Sabe, amigo, estou totalmente desacreditado na política que governa os povos do Mundo. Desencantado pelas atrocidades perpetadas a seu belo prazer. Tinha consciência política que sempre assumi, mas as ondas de corrupção, ausência democrática, insensatez na defesa das pessoas e o desgovernar em vez de governar, tornaram o Mundo apocalíptico e distante das ansiedades das suas boas pessoas de bem e tornaram-no insensato e cruel até.
Admirei a sua narração de um grandioso sentir, de uma busca insuperável e de um talento enorme.
Houve sempre seres humanos à parte pelo poder de um pensamento e de um sentimento gigantesco que se destacaram em próle do bem comum. São raros, mas conviveram connosco. Esses dou-lhe um valor imenso. Houve personalidaes fascinantes que lutaram pela defesa dos Direitos Humanos que sempre fizeram a delícia e bem-estar dos povos. Rareiam, mas fizeram a História marcante do poder ou da sociedade digna e aprazível de morar nela.
Parabéns sinceros por esta atitude que convence e que explicita de forma admirável.
Abraço de poderosa amizade, talentoso e surpreendente amigo de eleição.
Encantado pela fluidez da sua escrita bela e deslumbrante de talento e de um interesse genial que apaixona imenso.
O amigo sempre encantado pelo que escreve
pena
Carol!
Infelizmente, mais para o mal influenciados...
Beijos.
Tiago!
Aguardamos...
Abraços.
Savonarola!
Alternativa e não muito mais que isso...
Abraços.
Mayara!
Obrigado pela visita, apareça, também vou te visitar...
Beijo.
Pena!
O desencanto com a política e com os políticos em geral é bem maior do que imaginas. Mas tenho que, mesmo desencantados, devemos fazer nossa parte, pois ao contrário, cada vez mais os mediocres irão assumindo o poder...Disse Rui Barbosa, sobre o assunto, em 1891:
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.
Abraços.
Paulo Vilmar
O seu post vem atender a uma sentida necessidade de muita gente, de ter uma base, de ter um ponto de partida para se debruçar sobre esses longos antes da eleição presidencial nos EUA. E atendeu esta necessidade de um modo perfeito. Você apresentou no seu texto, não só as questões essenciais e objetivas, mas, as motivações subjetivas do ser humano para fazer política. Tudo que é ponderado por você, pelas pessoas citadas e agora pelo comentaristas, parece inspirado por um desejo de restaurar o sadio debate político. A minha colaboração ao debate aqui instalado, é pensar o que é o povo americanos agora. Algo indica que alguma coisa inovadora aconteceu.Ando bisbilhotando os comentários feitos nos blogs de campanha do Obama. Estou surpresa por encontrar comentários significativos de uma mudança de mentalidade. Cito como exemplo um comentarista, eleitor de Obama, que dizia: "o problema não é trazer os nossos rapazes e moças do Iraque, imediatamente.O problema não é só a guerra do Iraque. Historicamente a política americana vem cometendo atrocidades em todo o mundo, através de órgãos como a CIA, DEA, FBI. É preciso ir fundo no julgamento do que foi feito e estudar como fazer as reparações necessárias. E mudar totalmente o rumo de nossa política externa."
Vilmar, é preciso que o povo dos EUA esteja bem consciente e que dê respaldo para que tais mudanças possam ser feitas. Vamos nos manter atentos. É uma guerra de idéias. Vamos lutar.
Caro Paulo Vilmar
Meus cumprimentos pelo post e pela oportunidade do debate. Às vezes, brincando, digo que o ideal para nós, latinoamericanos, era que nos deixassem sozinhos. Sem nenhuma alma caridosa para nos ajudar, civilizar ou educar. Estou também acompanhando a Campanha do Obama e já notei tais pontos. Pontos que nos dão um certo alento, não de que a terra se torne num paraíso, cheio de huris dos amores, como falava Álvares de Azevedo, mas um lugar calmo e bom para se morar, viver, criar os filhos, envelhecer e morrer em paz. Um dos aspectos mais interessantes da campanha de Obama é o fato de que ela está sendo bancada por doações populares, fora dos milionários esquemas dos lobbies que sempre acabam por conduzir "the races" como eles gostam de dizer. É um sintoma bem positivo e mostra o seu desengajamento dos formidáveis e poderosos cartéis empresariais que rondam a Casa Branca e o Capitólio.
Um outro fato importante é o alto compromisso por parte da militância negra dos Estados Unidos, como nos demonstra o apoio de Stocley Carmichael, o lendário dirigente e militante dos "Black Panthers". Talvez o apoio de Carmichael não seja fundamental em termos de votos, mas, em compensação, de alta representatividade e significação combativa, fora o grau de consciência política que tanto ele, quanto Malcolm X tinham. Ou seja, graças a gente como Stockley Carmichael é bem factível acreditar em mudanças com a possível eleição de Barack Obama. E que viva o debate e a esperança.
Um grande abraço
Pedro
Caro Paulo Vilmar
Grande apreciadora de seus poemas agora fiquei cativa de vez de seu blog, pois acho fundamental debater temas políticos e vc. introduziu com competência e seriedade nesse seu post um assunto instigante.
Barack Obama está eletrizando o eleitorado americano, a imprensa daquele país e causando espanto e admiração por algumas características e posições que assume.
Só o futuro nos revelará realmente a que veio e o que significará de inovador ou não. Mas que vai marcar essa campanha eleitoral americana, ah! isso vai !
abraços,Maria Lucia
olá ! ja deu para ver que fizeste um bom trabalho e pesquisa. esperoque obama venha então melhorar o que de tão mau anda por este mundo . hje deixo um poema k é o penultimo antes da minha partida . se quiseres passa por ca e boa semana
carla granja
Amigo Paulo, fico imaginando o trabalho de pesquisa e ordenação que fizestes com este trabalho à respeito de Obama. Muito bom, muitos detalhes que a maioria ainda não entendia.
Grande abraço
João Costa Filho
Anônima!
É o que esperamos, o velho e bom debate político! Volte sempre.
Beijo.
Pedro!
No site dele tem um contador de quanto já foi arrecadado e pede doações! Fico realmente apreensivo quanto a esse problema, sabemos como se move o grande capital.
Abraços.
Maria Lúcia!
Agradeço as palavras é sempre bom e salutar debatermos idéias!
Abraço.
Carla!
Não entendi porque o penúltimo poema? Partir?
Vou lá conferir.
Beijos.
João!
Foi uma boa pesquisa que acaba por nos dar subsídios para a discussão, espero!
Abraços.
Li os resumos de suas intenções.Um bom candidato, mas sinceramente os americanos do norte se demonstram um pouco rígidos em sua moralidade pra aceitarem o aborto e tudo mais. esperamos pra ver.
Fabuloso post a merecer outro suporte...
Nos umbrais do pensamento
Mora o desejo no limite da razão
Roubando os segredos do corpo
Lançando ao vento a emoção
Uma rosa breve guarda a beleza
O amor é orvalho de feliz pranto
O horizonte é o começo do infinito
A chegada de uma onda é alegro canto
Convido-te a sentir o beijo da chuva
Abraço
Julia!
A moral dos EEUU é ditada pelas pequenas comunidades(cidadezinhas) que lá, são em grande quantidade.
Beijos e boa viagem!
Profeta!
Sempre boa tua passagem...
Abraço.
Nossa, não esperava encontrar um post como esse aqui. Me surpreendi. Ótimo post.
Abraço
MEU CARÍSSIMO PAULO:
Após o trabalho com que nos brindou, é bem natural que sejam necessários uns dias de repouso, até porque aNet é gira,,,mas não só existe só anEt!
Um abraço, pois, e lá o espero no meu pedaço.
Até quando quiser.
Um abração.
Jorge G.
Menina!
Espero que a surpresa tenha sido boa...
Beijo.
Jorge!
Ia postar ontem, mas resolvi assistir meu Internacional (pela TV), ganhar de 4 a 0, no sofá, com uma cervejinha gelada me acompanhando, afinal aqui é verão!
Abraços.
desconfiemos. o imperialismo necessita de um negro a legitimar o poder. só assim o circulo se fecha e a mascarada democratica terá finalmente o seu circo
Manuel!
Parodiando o grande poeta, Desconfiar é preciso...
Abraços.
Paulo Vilmar
http://www.redportiamerica.com/ar
aqui vai um endereço de muita utilidade política e cultural.
Abraço
Paulo Vilmar
O endreço certo é
http://www.redportiamerica.com/
O presidente representa os interesses... dos donos do capital!
Barack, Clinton, Bush... são todos farinha do mesmo saco!
Se os democratas são menos belicosos, menos mal. Mas são perigosos também!
Como dizia Vinícius de Moras: "... por onde anda você?".
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